(Alan Santos e Diogo Gallindo)
Já não sou mais criança
A ponto de entender
A complexidade dos atos mais simples
A metáfisica encontrada na linha tão tênue
Entre o teu e o meu
Querer …
Porque um abraço dói tanto
Depois de tantas juras…
Juras que ainda não sente a falta e que o que me falta
É saber que jamais pude ver..
Sei que foi sofrida a estrada
Que te tornou mulher
Póstumas memórias de uma época qualquer
Nada disso importa agora…
Quantos deles disseram
Não te machucar
Na lembrança só chagas de amores mais simples
Se a areia do tempo pudesse voltar
Tão mistíca…deixar no ar os versos que eu guardei
Poque recordar nos dói tanto
A arquitetura do lugar mudou
Foi palco das nossas histórias
Monólogos com pretensões banais
Sei que foi sofrida a estrada
Que te tornou mulher
Póstumas memórias de uma época qualquer
Nada disso importa agora…
Pois somos mais do que fomos
E estamos mais uma vez aqui….no mesmo lugar
Com medo de tentar….ser um só